terça-feira, 17 de novembro de 2020

Lula endossa mensagem de Haddad sobre “ninguém arredar o pé até a vitória de Boulos”

Fernando Haddad

O ex-presidente Lula, que formalmente apoiou a candidatura de Jilmar Tatto (PT) à prefeitura de São Paulo, endossou nesta segunda-feira (16) uma declaração de apoio do ex-ministro Fernando Haddad a Guilherme Boulos, candidato do PSOL que passou para o segundo turno e enfrentará Bruno Covas (PSDB) na disputa pela capital paulista.
“Progressistas, ninguém arreda o pé de São Paulo até a vitória de @GuilhermeBoulos e a derrota dos tucanos. Vamos à luta”, escreveu Haddad na noite de domingo (15). A postagem foi compartilhada por Lula.
O demonstração de apoio à candidatura de Boulos no segundo turno, por parte de Lula, vem após a polêmica causada por uma entrevista dada pelo ex-presidente na manhã de domingo, quando foi votar em São Bernardo do Campo (SP). O líder do PT disse, na ocasião, que a decisão sobre a manutenção da candidatura de Jilmar Tatto, em detrimento do apoio a Boulos, foi do próprio Tatto, e muitos avaliaram que Lula estaria rifando o candidato de seu partido.
Jilmar Tatto, por sua vez, ainda na noite de domingo, informou que telefonou para Boulos para cumprimentá-lo por sua ida ao segundo turno e que o candidato do PSOL pode contar com ele e com a “valente militância” do PT.
Além de endossar o apoio de Haddad a Boulos, Lula fez uma sequência de tuítes em que avaliou que a “extrema direita de Bolsonaro foi a grande derrotada nessas eleições”. “O fortalecimento da esquerda e de seus valores humanistas e de justiça social, mostra que reconstruir um outro Brasil, mais fraterno e solidário, é possível”
FORUM
(REPOSTAGEM)

PT aprova resolução para apoiar Manuela d'Ávila à prefeitura

Manuela d'Ávila

O PT deve apoiar a ex-candidata à presidência Manuela d’Ávila (PCdoB) para concorrer à prefeitura de Porto Alegre. O Diretório Municipal do partido aprovou, por unanimidade, a indicação de apoio. A resolução será levada ao Encontro de Táticas Eleitorais, a ser realizado no dia 28 de março, quando 550 delegados petistas definirão o apoio.
No mesmo encontro, o PT definirá a indicação do nome à vice-candidatura, disputada também pelo PSOL, que já lançou a deputada federal Fernanda Melchionna como pré-candidata. No lado petista, o ex-candidato ao governo do Estado Miguel Rossetto e os vereadores Marcelo Sgarbossa e Engenheiro Comassetto podem formar a chapa com Manuela.

Segundo Maria Celeste, presidente municipal do partido, o PT continuará em busca de unidade do chamado campo progressista, que reúne partidos de esquerda e centro-esquerda e não pressionará para ficar coma vice-candidatura. Em nota, o partido disse que “reafirma a necessidade de uma Frente de Esquerda para as eleições de 2020 com a manutenção da mesa de diálogo entre PT, PCdoB, PSOL, PSB, PDT, PCO, PCB e UP”.
Portanto, em 28 de março, será definida a indicação de um nome petista à vice-candidatura. O quadro que acompanhará Manuela na disputa pela prefeitura da Capital será fruto de negociações que demandam mais tempo.

No Twitter, Manuela agradeceu o apoio petista e disse que “é uma alegria e honra caminharmos juntos na próxima eleição municipal. Tenho certeza que é possível fazermos Porto Alegre voltar a ser do povo”.
O PT de Porto Alegre antecipará a decisão sobre a eleição municipal, que, segundo a resolução nacional, deveria acontecer somente em abril. Isso ocorre pelo amplo apoio interno dos petistas ao nome de Manuela. Foram 46 membros que decidiram unanimemente pela resolução.


Jornal do Comercio
(Repostagem)

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Edmilson Rodrigues, do PSOL, Terá apoio do PT em Belem

Edmilson Rodrigues, do PSOL

Os candidatos Edmilson Rodrigues, do PSOL, e Delegado Federal Eguchi, do Patriota, reuniram com as equipes, nesta segunda (16), para definir os rumos da campanha, após vencerem o 1º turno das eleições para a Prefeitura de Belém no último domingo.
Na capital, foram 800.140 votos registrados (79,27%). O número de abstenções foi de 209.591, sendo 20,76% do eleitorado.
Edmilson já foi prefeito duas vezes e obteve 248.751 votos, sendo 34,22% dos votos válidos. Eguchi estreia na disputa pelo Executivo de Belém e recebeu 167.599 votos, alcançando 23,06% dos votos válidos.
O primeiro compromisso de Edmilson foi reunir com equipe de campanha para definir estratégias para o segundo turno.
"Creio que a possibilidade dos dois turnos foi uma conquista democrática, claro que é cansativo ficar mais quinze dias em campanha, mas nós lutamos contra a ditadura e pelo direito de ter prefeito, presidente, eleitos com maioria dos votos", afirmou Edmilson Rodrigues.
Ele anunciou que deve manter a mesma postura do primeiro turno e destacou que as políticas para melhorar a renda das famílias mais carentes são prioridades. Sobre alianças, ele disse que está aberto ao diálogo com lideranças de outros partidos, mas que essa não é prioridade.
Edmilson é professor, arquiteto, doutor em geografia, já foi prefeito de Belém em dois mandatos entre 1997 e 2004. Foi três vezes deputado estadual e duas vezes eleito para a Câmara Federal, com segundo mandato de deputado federal em andamento.
"Nossa aliança é com o povo, eu não tenho problema de relação com ninguém, sempre fiz um debate muito fraterno e respeitoso com todos os candidatos. Tenho boa relação com governador, prefeito. Diferença político-ideológica é uma coisa, mas tratamento digno, respeitoso, é um princípio para mim", anunciou.
Já o candidato do Patriota, disse que as alianças só devem acontecer se estiverem alinhadas ao plano de governo.
"Todos aqueles que tenham interesse em participar desse projeto, a porta está aberta, mas como eu falei não vamos admitir nem corrupção nem troca de favores nem politicagem", anunciou Delegado Federal Eguchi.
O candidato também reuniu com equipe para definir os rumos de campanha. "Hoje nós vamos tratar de planejamento e estratégia para esses quinze dias. Nós só passamos a primeira etapa, agora vem a segunda etapa. Nós vamos ter agora o mesmo tempo de televisão que o outro candidato, pois nós tínhamos dezoito segundos, então nós temos que redefinir nossa estratégia, planejamento, para conseguir obter êxito", apontou.
Eguchi é formado em direito e economia, é servidor público, alcançou cargo de delegado classe especial da Polícia Federal. Em 2018 tentou cargo de deputado federal, mas não foi eleito.
Até então, nenhum dos candidatos que concorreu à Prefeitura de Belém manifestou apoio nem a Edmilson Rodrigues nem ao Delegado Federal Eguchi

Marília Campos no 02° turno em Contagem

Marília Campos

Marília Campos (PT) e Felipe Saliba (DEM) vão disputar o segundo turno em Contagem, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte e terceira maior população de Minas Gerais. 
A candidata petista teve 41,83% dos votos válidos contra 18,42% do rival do Democratas.
Em terceiro lugar ficou Doutor Wellington, com 14% dos votos.
Ivayr Soalheiro (PDT) teve 4,98% dos votos, Márcio Bernardino (Novo) teve 4,62%, Wellington Silveira (PL) ficou com 4,03%, Professor Irineu (PSL) teve 3,97%, Coronel Alvear (Cidadania) teve 2,63%, Kaka Menezes (Rede) ficou com 2,04% e Coronel Fiuza ficou com 1,1%. Os demais candidatos ficaram com menos de 1% dos voto

O TEMPO
DA REDAÇÃO

José Filippi Júnior no 02° turno em Diadema

José Filippi Júnior

O ex-prefeito de Diadema (SP) José Filippi Júnior (PT) avançou neste domingo (15) para disputar o segundo turno na cidade contra o ex-Secretário de Obras de Ribeirão Pires, Taka Yamauchi (PSD). Eles voltam a disputar a preferência dos eleitores no próximo dia 29.
Com 100% das urnas apuradas, Filippi somou 45,65% dos votos válidos (92,670), contra 15,42% (31.301) de Yamauchi. Os votos brancos ficaram em 15.980 (6,55%), e os nulos foram 24.765 (10,16%).
A terceira colocação ficou com Dr. Ricardo Yoshio (PSDB), que contabilizou 14,64% da preferência popular. Rivelino Almeida (DEM) somou 10,11% dos votos válidos; Ronaldo Lacerda (PDT), 5,26%; Marcos Michels (PSB), 2,75% e Geisel Duarte (Republicanos), 2,49%. Os demais candidatos não alcançaram 2% dos votos.

Caso Filippi retorne à prefeitura de Diadema, ele colocará o PT no comando da cidade localizada no ABC Paulista após duas gestões consecutivas de Lauro Michels Sobrinho (PV). Foi no município que a sigla conquistou sua primeira prefeitura municipal, em 1982.


R7
(rEPOSTAGEM)

Elói Pietá no 02° turno em Guarulhos

Elói Pietá

A disputa pela Prefeitura para gestão nos próximos quatro anos vai ficar entre Guti (PSD), atual prefeito, e Elói Pietá (PT), ex-prefeito entre 2001 e 2008. O representante do PSD teve 45,65% dos votos [261.211] contra 32,24% [184.502] do candidato petista. Esse embate será definido no próximo dia 29 e o vencedor governa a segunda maior cidade do Estado de São Paulo no período entre 01 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2024.
“A propensão é de eu receber mais votos do que o prefeito atual, porque quem não votou no Guti já o fez porque não aprova a atual administração. As pessoas querem uma mudança importante na cidade de Guarulhos. Especialmente na saúde e na relação com a economia, emprego e renda”, disse Elói Pietá.
Em contrapartida, durante sua votação o atual prefeito foi conciso ao criticar o petismo em âmbito nacional. “O antipetismo não é só em Guarulhos, mas em todo o País”, declarou, ainda, em seu local de votação.
Já Fran Corrêa (PSDB) terminou a disputa na terceira posição com 10,49%, seguida de Rodrigo Tavares (PRTB), que registrou 4,09%, Adriana Afonso (PL), 2,82%, Simone Carleto (PSOL), 1,63%, Wagner Freitas (PTB), 1,19%, Sandra Santos (PDT), 1,16%, Eduardo Barreto (PROS), 0,42%, e Auriel Brito (PCdoB), 0,30%.Também houve 44.313 de votos brancos, 84.230 de nulos e 171.346 abstenções.

Antônio Boaventura
boaventura.guarulhoshoje@gmail.com

Zé Neto no 02° turno em Feira de Santana

Zé Neto 

Zé Neto (PT) e Colbert Martins Filho (MDB) vão disputar o segundo turno pela prefeitura de Feira de Santana, na Bahia. Até o momento 96,59% das urnas foram apuradas e os candidados alcançaram 41,63% e 38,10%, respectivamente, dos votos válidos neste domingo (15). Feira de Santana é a segunda cidade mais populosa da Bahia, com 619 mil habitantes, segundo o IBGE.
Essa é a primeira vez em 24 anos que acontece um segundo turno no município. A última vez aconteceu em 1996, numa disputa entre José Falcão e Josué Mello.
Esta é a quinta vez que Zé Neto tenta o cargo no municipio. Atualmente ele é deputado federal. Já Colbert tenta a reeleição.

Jornal O Correio
Da Redação

Zé Neto no Partido dos Trabalhadores:

Essa história começa lá nos anos 80, quando Zé Neto demonstrou com garra seu compromisso político e social e se envolveu com o movimento estudantil universitário na defesa do ensino público de qualidade, passando pelo Diretório Central dos Estudantes e pela presidência do Diretório Acadêmico de Direito da Universidade Federal da Bahia.
Após concluído o curso de Direito, a vontade de buscar melhorias para a sua cidade, Feira de Santana, levou Zé Neto, em 2000, a conquistar espaço na Câmara de Vereadores da Princesa do Sertão, o que o tornou o primeiro vereador pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no município.
Após dois anos, o parlamentar ganhou espaço na Assembleia Legislativa da Bahia (44. 931 votos), passando a trabalhar não mais apenas por sua terra natal, mas por todo o estado.
Em 2010, tendo sido reeleito com 81.223 votos, Zé Neto tornou-se, mais uma vez, primeiro do PT, desta vez em número de votos, para seguir lutando por um estado mais justo, com mais diálogo e compreensão.
Zé Neto chega à Câmara dos Deputados como o terceiro candidato mais bem votado do Partido dos Trabalhadores, com 129.196 votos

Site do Partido dos Trabalhadores
(Repostagem)

Dimas Gadelha no 02º turno em São Gonsalo

Dimas Gadelha

Dimas Gadelha, de 45 anos, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), e Capitão Nelson, de 62 anos, do Avante, acabam de ser escolhidos pelos gonçalenses para disputar o segundo turno para a prefeitura.
Com 99,94% de urnas apuradas, Dimas Gadelha obteve mais votos, somando 31,3% do total, enquanto Capitão Nelson ficou em segundo lugar, com 22,83% dos votos válidos.
"Hoje a fake news não venceu nessa cidade. História eu não conto! Ele [Dimas] conseguiu um fato inédito, contar mentira e o povo acreditar. Recebemos 14 dias de prorrogação, a hora da virada é agora. Pé no chão porque não tem nada ganho ainda. Vamos trabalhar e planejar para seguir firme nos próximos dias", disse Capitão Nelson.
"Eu quero agradecer a cada um dos gonçalenses e a militância que entenderam a nossa mensagem de esperança e de transformação da cidade. São Gonçalo pode sim, este discurso que a gente não pode ter a qualidade de vida que Niterói e Maricá tem. É discurso de quem quer atrasar a cidade para atender seus próprios interesses. Nós queremos uma São Gonçalo com uma educação melhor com moeda social, transporte público gratuito e com uma educação melhor para que os jovens possam seguir uma carreira. A Segurança de São Gonçalo vai ser reconstruída através da educação, do emprego e da renda", disse Dimas.
O candidato ainda falou das expectativas para o segundo turno.
"Para o segundo turno, a nossa expectativa é a melhor possível. A nossa campanha foi a que mais cresceu e queremos conquistar o coração dos gonçalenses. Vamos também poder falar melhor sobre nossos projetos que não deu tempo de falar durante o primeiro turno", afirmou o Ptista.
Atrás de Dimas e Capitão Nelson na votação ficaram os candidatos Dejorge Patrício, Ricardo Pericar, José Luiz Nanci, Roberto Sales, Isaac Ricalde, Rodrigo Piraciaba e Dayse Oliveira.
O sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfrentou problemas de lentidão durante a apuração, o que fez com que os resultados ficassem represados e atualizações não constassem no site oficial.

O São Gonsalo
Enviado Direto da Redação

Ivan Duarte no 2° turno em Pelotas

Ivan Duarte

A candidata à reeleição Paula Mascarenhas (PSDB) liderou a votação em Pelotas, no sul do RS, com 78.599 votos, somando 49,74% da preferência dos eleitores e não atingindo por pouco o índice necessário para levar a disputa em primeiro turno. Em segundo lugar aparece Ivan Duarte (PT), com 22.889 votos, representando 14,49% do total da preferência do eleitorado. 
Os 240.948 mil eleitores de Pelotas tiveram à sua frente 11 candidatos na urna eletrônica, e a principal dúvida pairava sobre se a disputa iria ou não para um segundo turno, e com quem, considerando que a atual prefeita aparecia à frente da disputa em todas as pesquisas. Apesar de alguns levantamentos mostrarem o candidato Fetter Jr. em segundo lugar, quando a apuração das urnas terminou, foi o candidato petista, Ivan Duarte, que conquistou o direito de seguir na disputa. Fetter teve 21.532 votos, o equivalente a 13,63% do total.
Em coletiva de imprensa realizada logo após o anúncio dos resultados finais, a candidata do PSDB não demonstrou frustração por ter ficado a poucas centenas de votos de conquistar o pleito em primeiro turno. Ela agradeceu os eleitores e propôs um segundo turno marcado pelo respeito e o debate propositivo com o político petista.
— Fico feliz (por ir ao segundo turno) no sentido de que vejo nessa votação um enorme reconhecimento por tudo aquilo que foi feito. É a maior votação de um prefeito em reeleição na história da cidade. Eu sei que tem muita gente que nos apoiou que está se lamentando pelo pouquinho que faltou para ganharmos no primeiro turno. Mas é muito significativo ter adesão da maioria da população — declarou Paula. 
Já o candidato do PT, também em coletiva logo após a definição das urnas, afirmou que vai procurar todos os partidos que tiveram discurso de oposição no primeiro turno e tentar conquistar os votos de quem registrou branco, nulo ou não compareceu aos locais de votação neste fim de semana.
— Agora é outro jogo. Bola no meio campo, tempos iguais, tempo o bastante para a gente discutir o que não pôde. Nós queremos mudar esta cidade. Esse ciclo de 16 anos de investimentos só no Centro e abandono dos bairros vai acabar. Nós temos, para trabalhar, os votos nulos, brancos e quem não foi votar. Esse ciclo acabou, e nós estamos aqui para inaugurar um novo ciclo em Pelotas — garantiu Ivan.
A eleição em Pelotas teve 26,58% de abstenção, 5,37% votos brancos e 5,31% votos nulos.
Com 343 mil habitantes, Pelotas é o quarto maior município gaúcho. Mesclando características cosmopolitas e interioranas, o principal centro econômico e cultural do sul do Estado vai eleger – ou reeleger – um governante para lidar com antigos problemas. Entre os desafios dos futuros gestores de uma das maiores cidades do Interior, está o problema que um terço do território não tem rede de esgoto, um quarto da população precisou recorrer ao auxílio emergencial do governo federal e a rede pública de ensino apresenta um dos 41 piores resultados do Estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para os anos iniciais.

Demais resultados:


Em terceiro lugar na disputa que acabou capitaneada por Paula e Ivan, ficou o candidato Fetter Jr. do PP, com 21.532 votos, o equivalente a 13,63% do total de votos.
Na sequência, aparecem Tony Sechi (PSB), com 12.814 votos e 8,11% da preferência dos eleitores; Julio Domingues (Psol), com 6.691 votos e 4,23% dos votos; Coronel Napoleão (PRTB), com 4.874 votos e 3,08% do total de votos; Marco Marchand (DEM), com 3.593 votos e 2,27% dos votos válidos.
Dan Barbier (PDT), com 2,09%, Marcelo Oxley (Podemos), com 1,58%, João Carlos Cabedal (MDB), com 0,72%, e Eduardo Ligabue (PCO), com 0,04%, completaram a disputa.

Os candidatos:


Paula Mascarenhas, 50 anos, é herdeira política do governador Eduardo Leite. Antes de assumir no primeiro mandato, em 2017, Paula foi vice na gestão de Leite, que abriu mão da busca pela reeleição, dois anos antes de concorrer e ganhar a disputa pelo comando do Piratini. Paula é professora e a primeira mulher a comandar a quarta maior cidade do Estado.
Ivan Duarte, 58 anos, natural de Bagé, ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores em Pelotas na década de 1980. Foi eleito vereador da cidade por sete vezes consecutivas. Seu nome foi indicado pelo partido como uma aposta para aliar a experiência de Ivan com um desejo de mudança na cidade, administrada desde 2004 pelo mesmo grupo político.

GZH
GUILHERME JUSTINO

João Coser na capital do Espírito Santo, Vitória, disputa o 2° turno

João Coser

A capital do Espírito Santo, Vitória, vai conhecer seu novo prefeito apenas no dia 29 de novembro. A decisão foi para o segundo turno entre os candidatos Delegado Pazolini (Republicanos) e João Coser (PT) 
De acordo com o TSE, Pazolini registrou 30,95% dos votos válidos e João Coser 21,82% dos votos.
Mais de 250 mil eleitores foram às urnas neste domingo (15).
Neste ano, 14 candidatos entraram na disputa: Capitão Assumção (Patriota/PTB), Coronel Nylton (Novo), Delegado Pazolini (Republicanos), Eron Domingos (PRTB), Fabio Louzada (MDB), Fabrício Gandini (Cidadania), Gilbertinho Campos (PSOL), Halpher Luiggi (PL), João Coser (PT), Mazinho dos Anjos (PSD), Namy Chequer (PCdoB), Neuzinha (PSDB), Raphael Furtado (PSTU) e Sergio Sá (PSB).

Jornal Online Folha Vitória
(Repostagem)

Pepe Vargas disputa o Segundo turno em Caxias do Sul

Pepe Vargas

Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, será necessário um segundo turno para decidir as eleições municipais. Adiló Didomênico (PSDB) foi confirmado como adversário de Pepe Vargas (PT) no segundo turno das eleições municipais. Às 22h52min, com 99,85% das urnas apuradas, Pepe aparecia com 34,20% dos votos válidos, enquanto Adiló Didomênico apresentava 15,44% e Edson Néspolo, 14,48%.
Prefeito de Caxias em duas oportunidades, Vargas defende os investimentos na saúde e na economia, com geração de trabalho e renda. Conforme o candidato, é a saúde que vai garantir o sucesso nos demais setores em razão da pandemia. 
O segundo colocado no primeiro turno é Adiló Didomenico, do PSDB, que disputa a eleição para prefeito pela primeira vez. Adiló é vereador em segundo mandato e entende que é preciso aglutinar forças para que Caxias consiga avançar em áreas como economia, com geração de empregos, e investimento em obras de infraestrutura. 
O candidato do MDB, Carlos Búrigo, ficou em quarto lugar, com 9,86% dos votos. Slaviero, do Novo, teve 8,35% dos votos, e Vinícius Ribeiro, do DEM, acabou com 5,47%. Júlio Freitas, do Republicanos, ficou com 5,31% dos votos. Nélson D'Arrigo, do Patriota, teve 4,70%; Toninho Feldman, do Podemos, teve 0,83%, enquanto Renato Toigo, do PSL, ficou com 0,78%. Renato Nunes, do PL, ficou com 0,58%.


GZH
MARCELO MUGNOL

Guilherme Boulos e o Partido dos Trabalhadores

Tatto: “vamos enfrentar Bruno e Doria somando forças a Boulos e Erundina”
Diretório do PT em São Paulo reuniu-se com coordenação de campanha de Guilherme Boulos para formalizar apoio do partido à candidatura do psolista à Prefeitura. Aliança será detalhada em coletiva na tarde desta terça-feira (17), em São Paulo. “Todos os eleitores e eleitoras que votam no PT, todos os eleitores que são de esquerda, todos os eleitores progressistas, todos que querem restabelecer a democracia no Brasil, tem agora o compromisso histórico de votar no companheiro Guilherme Boulos para prefeito de São Paulo”, conclama o ex-presidente Lula 

Guilherme Boulos 

O PT chegou ao fim do primeiro turno na disputa pela Prefeitura de São Paulo com uma campanha combativa, em defesa da democracia e da vida, e principalmente, com um olhar voltado para a comunidade e os segmentos mais vulneráveis da população. Após a divulgação do resultado, que colocou Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB) no segundo turno, o candidato petista Jilmar Tatto honrou as bandeiras do partido e imediatamente anunciou o apoio ao companheiro Guilherme Boulos, ainda no domingo (15).

“Acabei de ligar para Guilherme Boulos, a quem tenho como um irmão mais novo. Desejei sorte e disse que ele pode contar comigo e com a nossa valente militância para virar o jogo em São Paulo”, tuitou Jilmar Tatto. A decisão logo seria confirmada pelo Diretório Municipal de São Paulo, que soltou nota oficial de apoio, na segunda-feira (16). “É necessário derrotar o projeto neoliberal representado por Bruno Covas, João Doria e Bolsonaro, motivo pelo qual o PT paulistano entende a importância de eleger Guilherme Boulos prefeito”, declarou Laércio Ribeiro, presidente do PT de São Paulo.

O ex-presidente Lula também reforça a importância do apoio do partido à candidatura de Boulos. “Todos os eleitores e eleitoras que votam no PT, todos os eleitores que são de esquerda, todos os eleitores progressistas, todos que querem restabelecer a democracia no Brasil, tem agora o compromisso histórico de votar no companheiro Guilherme Boulos para prefeito de São Paulo”, conclamou Lula, nesta terça-feira (17).

“Agora é enfrentar Bruno e Doria e somarmos nossas forças a Guilherme Boulos e Luiza Erundina nesse segundo turno”, apontou Tatto. À frente de uma candidatura de caráter genuinamente popular, o petista fez um balanço da campanha e demonstrou como o partido foi um defensor incansável da participação do povo na formulação de suas propostas de governo.

“Nesses dias não arredamos o pé das comunidades e regiões mais carentes: 56 carreatas, vistas e atos na periferia de São Paulo onde revi o povo, amigos e eleitores”, lembrou Jilmar Tatto. “Só tenho agradecer a vocês que estiveram todo esse tempo ao meu lado, no sol, na chuva, mesmos cansados”, ressaltou. “Foram 45 dias de muito diálogo, de muito carinho, de muitas alegrias, debates e, principalmente, de muito respeito”, elencou o petista.

“Foram 162 agendas, que incluíram debates, entrevistas, gravações, atos, panfletaços… trouxemos a periferia de volta para pauta política”. É essa a periferia que fará a diferença no segundo turno, engrandecendo a luta progressista de Tatto na caminhada com os companheiros Boulos e Erundina. “Sigo ao lado de vocês e nos vemos logo logo nas próximas batalhas”, escreveu Tatto. O “logo” rapidamente virou agora. E agora é Boulos.

Partido dos Trabalhadores
Da Redação
(Repostagem)

No Recife, Marília vai ao segundo turno com 27,95% dos votos

“Estamos no segundo turno e vamos vencer”, afirmou Marília, após a divulgação do resultado. “O resultado foi muito simbólico, foi um recado para quem acha que o povo do Recife tem dono. A gente mostrou que quem manda no Recife é o povo do Recife”, celebrou a petista. “A extrema direita de Bolsonaro foi a grande derrotada nessas eleições”, avaliou o ex-presidente Lula, pelo Twitter. “O fortalecimento da esquerda e de seus valores humanistas e de justiça social mostra que reconstruir um outro Brasil, mais fraterno e solidário, é possível”, escreveu. “A luta agora continua no 2º turno, até a vitória!”

Marília: "essa ida ao segundo turno mostrou que o povo não aguenta mais quatro anos de gestão do PSB"

Marília Arraes está no segundo turno. Foi com emoção e muita vontade de mudança dos recifenses que a candidata do PT a Prefeita do Recife recebeu 27,95% dos votos válidos no primeiro turno. Com o fim da apuração das urnas, ela deixou o seu recado: “Estamos no segundo turno e vamos vencer”, afirmou a petista. “Vamos devolver o Recife aos recifenses. Esse resultado foi muito simbólico. Foi um recado para quem acha que o povo do Recife tem dono. A gente mostrou que quem manda no Recife é o povo do Recife.”
Marília e João Arnaldo (PSOL), candidato a vice-prefeito, foram recebidos com muito entusiasmo e alegria no comitê central da campanha. “Essa ida ao segundo turno mostrou que o povo não aguenta mais quatro anos de gestão do PSB”, afirma Marília. “Essa noite vai ficar na história do Recife com uma liderança que tem um coração que vai olhar para as pessoas com respeito”, complementa João Arnaldo.
Com os 27,95% das intenções de voto, Marília mostrou que tem a confiança dos recifenses, que conhecem e confiam no seu trabalho, afinal, são 12 anos de vida pública como vereadora do Recife e deputada federal.
“No segundo turno a eleição será bem diferente. A primavera do Brasil para se livrar do obscurantismo que ameaça o povo vai começar aqui no Recife. O Recife está dando um recado para o Brasil que não aceita ser oprimido. Está mostrando que não quer ficar assim e não vai ficar”.
Para o ex-presidente Lula, a disputa evidenciou o fracasso do bolsonarismo no país. “A extrema direita de Bolsonaro foi a grande derrotada nessas eleições”, avaliou Lula, pelo Twitter. “O fortalecimento da esquerda e de seus valores humanistas e de justiça social mostra que reconstruir um outro Brasil, mais fraterno e solidário, é possível”, escreveu Lula. “A luta agora continua no 2º turno, até a vitória!”
O conterrâneo Humberto Costa parabenizou a petista, também pelo Twitter. “A apuração foi concluída no Recife. E o PT está no segundo turno com Marília Arraes. Parabéns, Marília! Parabéns, Recife”, festejou o senador (PT-PE). “O entulho bolsonarista foi definitivamente banido da disputa pelo comando da nossa cidade”.
Foto: Ricardo Labastier

Da Redação
(Repostagem do Site do Partido dos Trabalhadores)

Margarida Salomão: Juiz de Fora Vale a Pena

Margarida Salomão

Cidade polo da região da Zona da Mata, Juiz de Fora terá Margarida Salomão (PT) e Wilson Rezato (PSB) na disputa pelo Executivo Municipal no 2º turno das Eleições. Com população estimada em 573.285 habitantes, a cidade tem 410.339 eleitores, sendo o 4º maior colégio eleitoral do estado de Minas Gerais. 
A apuração das urnas foi demorada em Juiz de Fora. Os primeiros números foram divulgados por volta de 20h15; cerca de três horas após o encerramento das votações nas zonas eleitorais da cidade. Já a totalização da contagem de votos só foi divulgada por volta de 23h25.
Com 39,46% dos votos - 102.489 - a deputada federal Margarida Salomão (PT) vai disputar com o empresário Wilson Rezato (PSB), que obteve 59.633 votos (22,96%,), a principal cadeira do Executivo Municipal. 
Neste 1º turno, foram 584 candidatos a vereador disputando as 19 vagas na Câmara Municipal. Já a disputa para o cargo de prefeito somou 11 candidatos, quatro a mais que em 2016 - 57% de aumento.
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Cidade polo:


Juiz de Fora é referência para sete microrregiões compostas por 142 municípios. A cidade tem localização estratégica por estar entre as principais capitais da região Sudeste do Brasil; São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Além disso, serve de eixo industrial entre as cidades localizadas ao longo da BR-040.
A cidade tem economia baseada no turismo de negócios, comércio e serviços.
O novo gestor público vai encontrar uma situação econômica difícil na Prefeitura Juiz de Fora, isso porque a cidade pode encerrar o ano com déficit orçamentário de R$ 150 milhões.

Perfil dos candidatos:

Com a coligação “Juiz de Fora vale a pena”, Margarida, 70 anos, concorre pela quarta vez e tem como vice o vereador Kennedy Ribeiro (PV). Ela é professora emérita da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com Doutorado e Pós-Doutorado pela Universidade da California, em Berkeley. Desde 2013, Margarida é deputada federal pelo PT de Minas Gerais. Foi reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) entre 1998 e 2006. Em 2008, 2012 e 2016 foi candidata pelo PT à Prefeitura de Juiz de Fora, chegando em todas as ocasiões no segundo turno.
A coligação “Juiz de Fora é meu amor” tem o empresário Wilson Rezende, 69 anos, como cabeça de chapa e o vice coronel da reserva Alexandre Nocelli (DEM). Wilson é formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e atua como empresário da construção civil. Esta é a segunda vez que ele concorre ao cargo de prefeito.


Marcos Alfredo - Especial para o EM
16/11/2020 02:02 - 

PT declara apoio ao Guilherme Boulos em SP no 2°turno

Jilmar Tatto, candidato do Partido dos Trabalhadores em São Paulo
"É necessário derrotar o projeto neoliberal representado por Bruno Covas, João Doria e Bolsonaro, motivo pelo qual o PT paulistano entende a importância de eleger Guilherme Boulos prefeito",Laércio Ribeiro, pres. do PT São Paulo

A executiva municipal do PT São Paulo definiu em reunião realizada na noite desta segunda (16) apoiar a candidatura de Guilherme Boulos no segundo turno da Eleição na Capital. A reunião ocorreu na sede municipal do partido.
De acordo com Laércio Ribeiro, presidente do DMPT-SP, é necessário derrotar o projeto neoliberal representado por Bruno Covas, João Doria e Bolsonaro, motivo pelo qual o PT paulistano entende a importância de eleger Guilherme Boulos prefeito.
Amanhã (17/11), a direção do PT se reunirá com a coordenação de campanha do candidato do PSOL.

Executiva Municipal do PT São Paulo
(Repostagem do sitio do Partido dos Trabalhadores)

Zé Raimundo no 2º turno em Vitória da Conquista

Zé Raimundo

Zé Raimundo, do PT, e Herzem Gusmão, do MDB, vão decidir em 2º turno, no próximo dia 29, quem será o próximo prefeito de Vitória da Conquista, cidade do sudoeste da Bahia. Gusmão está em busca da reeleição.
Ao fim da apuração, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Zé Raimundo teve 81.721 votos (47,63% dos votos), ante 78.732 de Herzem Gusmão – o que representa 45,89% dos votos.
A eleição em Vitória da Conquista teve 18,87% de abstenção, 2,18% votos brancos e 6,33% votos nulos.
Zé Raimundo tem 70 anos, é casado, tem superior completo e declara ao TSE a ocupação de professor de ensino superior. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 2.254.145,38. A vice é Luciana Oliveira, do PT, que tem 39 anos.
Herzem Gusmão tem 72 anos, é casado, tem superior completo e declara ao TSE a ocupação de prefeito. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 153.661,10. A vice é Sheila Lemos, do DEM, que tem 48 anos.

Maria do Carmo no 02° turno em Santarem

Maria do Carmo  

Maria do Carmo (PT)A promotora de justiça aposentada Maria do Carmo (PT) e o atual prefeito, Nélio Aguiar (Democratas), vão disputar em segundo turno, no próximo dia 29, a eleição em Santarém (PA). Nélio Aguiar, eleito em 2016 com a maior votação da história do município, é médico e já foi vereador e deputado estadual. Nesta eleição, repete a dobradinha com o comerciante e ex-vereador José Maria Tapajós (PL), como vice-prefeito. Juntos tiveram 43,01% dos votos. Maria do Carmo, e seu vice, o engenheiro Bruno Pará (PP), receberam 36,08% dos votos. Ela já foi prefeita de Santarém por dois mandatos consecutivos (de 2005 a 2012).
Disputaram também a prefeitura de Santarém, João Pingarilho (PSC), ficou com 8,04%; Coronel Héldson Tomaso (Patriota), com 4,05%; Ney Santana (PSDB), 4,01%; Valdir Matias (PV), 1,69%; Paulo Barrudada (PSL), 1,62% dos votos e Jesson Santos (PRTB), 1,05%. Votos brancos ficaram em 1,61% e nulos somaram 2,95%. As abstenções na eleição em Santarém chegaram a 21,24% na eleição em Santarém.

Encontro das Águas:

Terceiro município mais populoso do Pará, com pouco mais de 306 mil habitantes – perde para Belém e Ananindeua ­–, Santarém é o principal centro urbano, financeiro, comercial e cultural do oeste do estado. Situa-se na confluência dos rios Tapajós e Amazonas, o chamado Encontro das Águas.
Sua economia tem como base os setores de comércio, serviços, o ecoturismo – a cidade fica próxima à belíssima Alter do Chão –, além do agropecuário e de indústrias de beneficiamento.

Rede brasil Atual
Cláudia Motta, para a RBA
(Repostagem)

Antônio Gomide no 2º turno em Anápolis

Antônio Gomide 

Os candidatos Roberto Naves (PP) e Antonio Gomide (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para prefeito de Anápolis, a 55 de km de Goiânia. De acordo com a apuração feita neste domingo (15), Roberto Naves recebeu 82.139 dos votos, o que representa 46,64% dos votos válidos. Já Antonio Gomide teve 50.843 votos, o que totaliza 28,87%.
Os candidatos disputaram o 1º turno das eleições com outros sete políticos. Embora o nome de Josmar da Mouragás (PRTB) constasse nas urnas, ele teve a candidatura indeferida e os votos dado a ele foram anulados.

Perfil biográfico de
Antônio Roberto Otoni Gomide - PT

Naturalidade: Goianésia (GO)
Nascimento: 11 de Janeiro de 1960
Filiação: Laerte Vieira Gomide e Anita Otoni Gomide
Estado Civil: Casado
Cônjuge: 
Filhos:
Formação: Formou-se no curso de Odontologia pela Faculdade de Odontologia João Prudente, em Anápolis (1981). Especialização em Dentística Restauradora, em 1982, na Faculdade de Odontologia de Bauru; em Odontologia em Saúde Coletiva, na Universidade de Brasília; e em Educação em Saúde Pública, na Universidade de Ribeirão Preto.
Profissão: Cirurgião-dentista 
Partido: PT
Base eleitoral: Anápolis
Votos em 2018: 36.998

Trajetória política:

Em 1996, Antônio Gomide foi eleito pela primeira vez vereador e exerceu o cargo de vice-presidente da Câmara Municipal de Anápolis. Em 2000, foi reeleito e em 2005 foi o vereador mais bem votado da cidade. 
Em 2008, disputou a prefeitura de Anápolis e obteve 75,6% dos votos em segundo turno, sendo eleito. No ano de 2012, obteve uma marca histórica, na disputa pela reeleição. Foi o prefeito mais votado do Brasil em cidades com dois turnos, chegando a marca de 88,93% dos votos, vencendo ainda no primeiro turno. 
Como reflexo de uma gestão séria, equilibrada e competente, Gomide foi reconhecido duas vezes consecutivas como prefeito empreendedor do estado de Goiás pelo Sebrae Nacional. Em 2014, se desincompatibilizou da Prefeitura, por força da lei, para disputar as eleições ao Governo do Estado, na qual obteve 319.233 votos, mas não foi eleito. Ao final de sua administração, seu trabalho foi aprovado por 92,4% dos anapolinos. 
Em 2016 Antônio Gomide foi eleito vereador por Anápolis, sendo, proporcionalmente, o mais bem votado do Brasil, com 11.647 votos. 
Em 2018 foi eleito deputado estadual com votação recorde em Anápolis, sendo o 10º mais bem votado do estado de Goiás.

Célia Tavares no 2º turno em Cariacica Espirito Santo

Célia Tavares

Os 262.414 eleitores de Cariacica deverão voltar às urnas no dia 29 de novembro para escolher o novo prefeito da cidade. A decisão no município ficou para o segundo turno.
Euclerio Sampaio (DEM) registrou 18,81% dos votos e Celia Tavares (PT) registrou 14,04% dos votos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.
Neste ano, foram 14 candidatos disputando a prefeitura da cidade: Adilson Avelina (PSC), Bia Biancardi (PMB), Celia Tavares (PT), Celso Andreon (PSD), Doutor Heraldo Lemos (PC do B), Dr. Helcio (PP), Doutor Motta (DC), Euclério Sampaio (DEM), Ivan Bastos (MDB), Joel da Costa (PSL), Marcos Bruno (Rede), Professor Saulo (PSB), Sandro Locutor (PROS), Subtenente Assis (PTB).
Quando a eleição vai para o 2º turno?

A Constituição Federal consagra o princípio de que, para assumir o comando do Executivo local, o candidato precisa obter maioria absoluta (50% mais um) dos votos válidos. Votos brancos e nulos não entram na conta. Essa é uma maneira de conferir maior legitimidade popular ao eleito.
Se nenhum candidato alcançar essa maioria absoluta no primeiro turno nas cidades com mais de 200 mil habitantes, é adotado o mesmo procedimento das eleições para presidente e governador: a realização, em até 20 dias, de um segundo turno, no qual se enfrentam somente os dois candidatos mais votados no primeiro turno.
Como no segundo turno há somente dois candidatos, aquele que receber mais votos automaticamente atenderá ao critério constitucional de obter a maioria absoluta dos votos válidos para assumir cargo executivo.
O Espírito Santo tem quatro cidades com mais de 200 mil eleitores, de acordo com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por conta deste quantitativo, quatro municípios estão aptos a ter segundo turno: Cariacica (262.414 eleitores), Serra (327.670), Vila Velha (315.224) e Vitória (251.464).

Da Redação
Folha de Vitória
(Repostagem)

Marcelo Oliveira no 2º turno em Mauá

Marcelo Oliveira

Átila Jacomussi (PSB) e Marcelo Oliveira (PT) vão decidir em 2º turno, no próximo dia 29, quem será o próximo prefeito de Mauá, no ABC Paulista.
Ao fim da apuração, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Átila teve 70.490 votos (36,48% dos votos), ante 38.330 de Marcelo Oliveira – o que representa 19,84% dos votos.
A eleição em Mauá teve 23,5% de abstenção, 6,01% votos brancos e 11,59% votos nulos.
Átila tem 47 anos, é divorciado, tem ensino médio completo e declara ao TSE a ocupação de prefeito. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 1.073.769,53. O vice é Israel Aleixo (PSB), que tem 40 anos.
O atual prefeito já foi afastado da prefeitura anteriormente quando teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores em setembro de 2019. No entanto, ele conseguiu voltar ao cargo após uma decisão judicial. Ele já foi preso durante uma operação da Polícia Federal suspeito de desvio de verbas de merenda.
Marcelo Oliveira tem 48 anos, é casado, tem superior completo e declara ao TSE a ocupação de vereador. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 1.152.291,90. A vice é Celma Dias (PT), que tem 65 anos.

Confira o Mapa das Disputas

terça-feira, 10 de novembro de 2020

A Globo está sempre do lado errado da história

Dilma: “A Globo está sempre do lado errado da história”
Em nota, a ex-presidenta da República acusa a Globo de distorcer reportagem do ‘Fantástico’ para esconder a política social e a atuação dos governos do PT. “Atribuir, como nas primeiras frases da reportagem, a atual crise por que passa o Brasil a fatos ocorridos em 2015 e 2016 é uma manipulação da história”, critica. “O ‘Fantástico’ omite que fui impedida de governar em 2015”

Dilma Rousseff

Em longa reportagem exibida domingo dia oito de novembro de 2020, o Fantástico, da Rede Globo, apontou o aumento da desigualdade no Brasil a partir de 2016, revertendo o processo ocorrido desde o início dos anos 2000. Embora tenha chamado atenção para um problema essencial da sociedade brasileira e reforçar causas estruturais, como o racismo, sonegou de seus telespectadores a verdade sobre a crise social pela qual o país está passando.
Atribuir, como nas primeiras frases da reportagem, a atual crise por que passa o Brasil a fatos ocorridos em 2015 e 2016 é uma manipulação da história. O Fantástico omite que fui impedida de governar em 2015, esconde que fui afastada de fato do governo em maio de 2016, e omite cinco anos dos governos Temer e Bolsonaro, em que o Executivo se dedicou, cotidianamente, a boicotar o crescimento do Brasil, a dilapidar o patrimônio da Nação e a eliminar direitos dos trabalhadores, do que são exemplo a emenda constitucional do teto de gastos, as reformas trabalhista e previdenciária.
São cinco anos de escolhas políticas, todas apoiadas pela Rede Globo, cujo principal resultado foi a volta da fome e a ampliação da pobreza e da desigualdade no Brasil. Esconder dos telespectadores estes fatos é mais que desonesto, é a metódica e deliberada disposição da Rede Globo de interferir de forma perniciosa nos rumos políticos do País.
Os telespectadores mereciam saber, por exemplo, que a economia brasileira está hoje em 12ª posição no mundo, e caindo. Deveriam ser informados ainda que durante o meu governo estivemos sempre entre as oito maiores economias do mundo.
Toda a imprensa noticiou que a insegurança alimentar grave havia recuado de 8,2% da população em 2004 e para 5,8% em 2009, segundo pesquisa do IBGE. Em 2013, a proporção havia cedido para 3,6%. A melhora tirou o Brasil do Mapa Mundial da Fome em 2014, segundo relatório global divulgado à época pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O Fantástico falseou a verdade, ao esconder a informação relevante de que a queda do PIB em 2015 e, até maio de 2016, quando de fato fui afastada do governo, se deveu, em grande parte, à crise política gerada pelo boicote ao meu governo no Congresso e pelo processo de impeachment, que inibiu a atividade econômica e, assim, reduziu a arrecadação tributária. Tudo com o devido respaldo e apoio da Rede Globo.
Praticamente desde a minha posse, ao longo do primeiro semestre de 2015, o Congresso mobilizado pelo golpista Eduardo Cunha atuou ativamente para desestabilizar economicamente o governo, por meio das chamadas pautas-bombas, que forçavam a ampliação das despesas com as quais o Tesouro não conseguiria arcar.
Ao mesmo tempo, impedia a aprovação de projetos com os quais pretendíamos enfrentar as dificuldades fiscais, como a retirada da isenção das grandes empresas. Na época, a própria imprensa noticiou o processo permanente de sabotagem de Eduardo Cunha, na verdade uma verdadeira pré-estreia do que viria a ser Jair Bolsonaro em termos de pauta neoliberal na economia e conservadora nos costumes.(Reprodução/TV Globo)


No 2º semestre de 2015, impulsionado pelos golpistas, ganhou força a tese do impeachment, cujo processo foi aceito pelo presidente da Câmara, em dezembro. Ficou claro que o país entrara naquele momento em estado de semiparalisia política e quase anomia econômica.
Em 12 de maio de 2016, fui afastada do cargo de presidenta da República, por força da abertura do processo de impeachment pelo Senado. Não voltei mais ao cargo para o qual havia sido eleita democraticamente. O boicote, iniciado em 2015, deu frutos em 31 de agosto de 2016.
Além de ter escolhido culpar pela crise atual alguém que está fora da Presidência há cinco anos, o Fantástico silenciou de maneira maliciosa sobre outros fatos relevantes mostrados em sua reportagem. Silenciou sobre a desastrosa política econômica de Paulo Guedes, a criminosa omissão do governo Bolsonaro diante do Covid-19, que transformou o Brasil no segundo país com maior número de mortes. Silenciou ainda sobre a inanição das políticas sociais e de saúde, silenciou sobre a política de abastecimento de alimentos do país, silenciou sobre o acesso à habitação. Enfim, calou-se sobre o aspecto multidimensional do combate à miséria a à pobreza.
E silenciou porque concorda e apoiou todos os fatos relevantes responsáveis pelo atual desastre econômico, notadamente a política de restrição fiscal.
Quando exibiu personagens que contaram que a vida deles havia sido boa no passado, não informou que este passado foi o governo Lula e o meu governo.
Quando falou que a desigualdade no Brasil caiu de forma intensa no início dos anos 2000 até 2015, omitiu que este foi exatamente o período dos governos Lula e Dilma.
Quando mostrou uma economista francesa ganhadora do Nobel afirmando que as cotas raciais nas universidades e o Bolsa Família foram decisivos para reduzir a desigualdade e a fome no Brasil, deixou de lembrar que estes dois programas foram implantados por Lula e por mim.
E quando fez menção ao fato de que, apesar da crise atual, todas as crianças frequentam a escola, mais uma vez deixou de gastar pelo menos alguns segundos dos mais de 14 minutos da reportagem para lembrar que esta condicionalidade sempre fez parte do Bolsa Família, o mais bem sucedido programa de transferência de renda do mundo, criado pelo PT.
O Brasil precisa enfrentar e superar sua estrutural desigualdade e exclusão e precisamos muito falar sobre estes desafios. Mas não será distorcendo fatos, montando uma avalanche de “ fake news” e omitindo quem estava no governo quando que este processo mais avançou que a Globo contribuirá para isto. Não é escondendo as conquistas do período do PT nem a destruição promovida pelos governos golpistas e de extrema direita que a Globo ajudará este processo.
Como vem fazendo ao longo da história brasileira recente, o Grupo Globo é um dos grandes responsáveis pela desigualdade e pelo atraso no desenvolvimento do País, ao sempre defender ajustes recessivos sobre os ombros da população. Por isso, a Globo sempre esteve do lado errado da história.


(Repostagem do Partido dos Trabalhadores de São Paulo)

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

É preciso fortalecer a democracia e o Estado

Identificando Bolsonaro como inimigo do povo e do Brasil, a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, apresentou o Plano de Reconstrução do Brasil afirmando que “é preciso apontar as medidas para enfrentar os efeitos imediatos da pandemia sobre a saúde e a economia”. Leia a íntegra da apresentação
foto: Ricardo Stuckert
“O governo vai dar ‘pedalada’ nos precatórios e, o mais grave, 
quer pegar dinheiro do Fundeb. É um absurdo total”
Não há democracia com fome, nem desenvolvimento com pobreza, nem justiça na desigualdade
PAPA FRANCISCO
O Brasil foi até recentemente um país em que a confiança era tão grande quanto os desafios; uma nação admirada e respeitada porque estava vencendo a pobreza e começando a superar desigualdades históricas por um caminho de paz e democracia. Um país em que todos os dias uma nova escola se abria, um novo emprego era criado, uma nova semente era plantada e um fruto colhido. Um lugar neste mundo em que todos os dias alguém do povo realizava ou podia renovar um sonho.
Este mesmo país está hoje devastado pelo desemprego e pelo agravamento da pobreza e da iniquidade. Ao invés de celebrar a esperança, todos os dias contamos os mortos e as novas vítimas de uma pandemia que, se era inevitável, poderia ao menos ter sido enfrentada com a responsabilidade e o cuidado com vida humana que o atual governo jamais demonstrou. A admiração do mundo deu lugar à repulsa e ao horror com o que se passa no Brasil. E a cada dia uma porta para o futuro é fechada diante das brasileiras e brasileiros.
O processo de destruição do Brasil, iniciado com o golpe que interrompeu o governo constitucional da presidenta Dilma Rousseff, alcançou primeiramente os direitos dos trabalhadores e atingiu os aposentados; avançou sobre a educação e saúde do povo, com a emenda do teto de gastos; minou as bases de qualquer política de desenvolvimento, com o austericídio fiscal e o ataque aos bancos e mecanismos públicos de fomento; entregou as riquezas naturais e o patrimônio do povo, abandonou a população à selvageria das leis do mercado.
Provamos que é possível tirar milhões da pobreza, criar empregos para todos, levar os jovens para a universidade, viver na certeza de que o amanhã será melhor. Se tivermos clareza de onde queremos chegar, podemos construir um novo caminho. É para o povo brasileiro que o Partido dos Trabalhadores apresenta este Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil
Um governo de índole fascista e obscurantista acrescentou a este cenário o discurso do ódio e a incitação à violência, agravando o racismo estrutural da sociedade brasileira, o machismo, a misoginia, a homofobia e o preconceito. Persegue os indígenas, os sem-terra e todos que dele divergem. Ataca a ciência, a cultura e a liberdade de expressão. Destrói a Amazônia ante os olhos alarmados do mundo. Mantém o país sob tutela militar e ajoelhado perante os Estados Unidos.
O que aconteceu no Brasil nesse período não foi uma simples troca de governo, como é natural nas democracias. Para reverter o projeto de desenvolvimento com inclusão social que estava em curso, em que pela primeira vez a maioria pobre, negra e trabalhadora deste país estava no centro e na direção das políticas públicas, foi necessário atacar o cerne do processo democrático. Atacar o voto popular que originou as mudanças, ainda tímidas diante do passivo de desigualdade do país, mas intoleráveis pelos herdeiros históricos da casa grande.
Foi necessário corromper o processo eleitoral de 2018, por meio de uma farsa judicial consentida e estimulada por poderosos agentes do sistema político e da mídia, rasgar os princípios constitucionais do juízo natural, do direito de defesa, da presunção de inocência e até desacatar uma decisão da ONU para impedir que o voto do povo elegesse Lula presidente outra vez. Foi necessário envenenar a sociedade com o ódio destilado nas fábricas de mentiras das milícias digitais, para fazer a História andar para trás.
Mas a História de um país não se interrompe. Por mais duras que sejam as condições do presente, por mais devastadora que tenha sido a destruição, o povo brasileiro continua sonhando com uma vida melhor e um Brasil mais justo. Esta é a verdadeira energia que move as mudanças. Provamos que é possível tirar milhões da pobreza, criar empregos para todos, levar os jovens para a universidade, viver na certeza de que o amanhã será melhor. Se tivermos clareza de onde queremos chegar, podemos construir um novo caminho. É para o povo brasileiro que o Partido dos Trabalhadores apresenta este Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil.
É urgente retomar obras e investimentos públicos para enfrentar o maior e mais prolongado período de desemprego das últimas décadas; ampliar o alcance e aumentar o valor do Bolsa Família e do seguro-desemprego, para enfrentar a pobreza crescente e a fome que voltou a assolar o país
É preciso apontar as medidas para enfrentar os efeitos imediatos da pandemia sobre a saúde e a economia, desde a realização dos testes que foram sonegados pelo governo Bolsonaro até o socorro às milhões de famílias que perderam o sustento nesse período. São efeitos que vão se prolongar dolorosamente sobre as empresas, especialmente as pequenas, a renda e o salário das pessoas, a vida escolar e a capacidade financeira dos estados e municípios, gravíssimos problemas que Jair Bolsonaro recusou-se a enfrentar, em sua aposta macabra para tirar proveito político de uma crise que, até este momento, já custou mais de 135 mil vidas.
É urgente retomar obras e investimentos públicos para enfrentar o maior e mais prolongado período de desemprego das últimas décadas; ampliar o alcance e aumentar o valor do Bolsa Família e do seguro-desemprego, para enfrentar a pobreza crescente e a fome que voltou a assolar o país. É urgente reorganizar a cadeia produtiva da cesta básica, apoiando a agricultura familiar que põe comida na mesa do brasileiro, regulando estoques e combatendo a especulação com o preço dos alimentos. É inadiável cuidar de quem está sofrendo.
Ao mesmo tempo, é preciso dizer como pretendemos reconstruir as bases do desenvolvimento inclusivo, social e ambientalmente sustentável. Promover a transição ecológica da economia, a reforma urbana e retomar a reforma agrária. Aprovar uma reforma tributária justa e solidária, para que os ricos paguem mais e a maioria seja aliviada, e a reforma bancária para democratizar o acesso ao crédito e reduzir os juros e taxas extorsivas.
Além de reverter o processo desmonte do estado brasileiro, será necessário torná-lo mais forte e presente, capaz de responder democraticamente e de maneira eficaz às necessidades do país e aos justos anseios da maioria pobre e excluída de nosso povo.
A reconstrução do Brasil exige fortalecer a democracia, traumatizada pelos processos do golpe de 2016 e da cassação da candidatura Lula em 2018, para torná-la cada vez mais representativa e também suas instituições.
Ou o povo estará no centro da reconstrução e da transformação do Brasil ou vamos continuar reproduzindo os mecanismos da desigualdade secular em nosso país, uma desigualdade que não pode ser mais tolerada em qualquer lugar do mundo
O conjunto de ideias que apresentamos, para fortalecer a democracia e o estado a serviço do país e do povo, para a adoção de medidas econômicas de emergência e de longo prazo, a recuperação de direitos dos trabalhadores e a retomada da soberania nacional apontam os primeiros passos de um novo caminho para reconstruir e transformar o Brasil.
Este documento é fruto dos debates e reflexões de centenas de companheiros e companheiras não apenas do PT, mas de amplos setores democráticos da sociedade, movimentos sociais, centrais sindicais, dirigentes e militantes de diversos partidos que fazem oposição ao atual governo e têm como referência as aspirações populares por justiça social.
Apesar de sua amplitude, o Plano que apresentamos não está pronto e acabado. Além de continuar aberto ao debate e à natural evolução da conjuntura social, econômica e política nacional e global, o Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil terá de incorporar propostas mais elaboradas para temas novos ou que foram recolocados para o país, como por exemplo o papel constitucional das Forças Armadas no estado democrático e o impacto das novas tecnologias sobre as relações de trabalho.
Qualquer que seja a evolução dos debates e desta proposta, estamos seguros de que o Brasil não pode mais conviver com um governo declaradamente inimigo da democracia, da liberdade, do direito e da paz. A superação da profunda crise nacional passa necessariamente pelo fim do governo Bolsonaro e pela instalação de um governo que seja fruto do voto popular, em eleições livres e limpas, com a participação de todas as forças políticas sem exceção, o que exige o restabelecimento pleno dos direitos do ex-presidente Lula, com a anulação da sentença ilegal de Sergio Moro no julgamento de sua suspeição pelo STF.
A superação da profunda crise nacional passa necessariamente pelo fim do governo Bolsonaro e pela instalação de um governo que seja fruto do voto popular, em eleições livres e limpas, com a participação de todas as forças políticas sem exceção, o que exige o restabelecimento pleno dos direitos do ex-presidente Lula, com a anulação da sentença ilegal de Sergio Moro no julgamento de sua suspeição pelo STF
Também estamos seguros de que não cabem, para enfrentar a crise nacional, as velhas saídas negociadas por cima, entre os sócios da iniquidade, como ocorreu em tantos momentos históricos, sempre relegando ao povo o papel de expectador. Ou o povo estará no centro da reconstrução e da transformação do Brasil ou vamos continuar reproduzindo os mecanismos da desigualdade secular em nosso país, uma desigualdade que não pode ser mais tolerada em qualquer lugar do mundo. Nas palavras do papa Francisco, que exerce enorme liderança moral num mundo contaminado pelo individualismo e pela ganância: “Não há democracia com fome, nem desenvolvimento com pobreza, nem justiça na desigualdade”.
No discurso que fez ao Brasil no Sete de Setembro, o presidente Lula expressou com absoluta clareza as raízes profundas da crise brasileira, que não se resume aos efeitos da pandemia, do modelo neoliberal e do governo de destruição que estão sendo impostos aos Brasil. “Jamais haverá crescimento e paz social em nosso país enquanto a riqueza produzida por todos for parar nas contas bancárias de meia dúzia de privilegiados”, disse Lula, ao propor a reconstrução de “uma Nação comprometida com a libertação do nosso povo, dos trabalhadores e dos excluídos.”
É para o povo brasileiro, portanto, que o PT apresenta este plano. Vamos juntos reconstruir o Brasil.

GLEISI HOFFMANN, presidenta do Partido dos Trabalhadores
São Paulo, 21 de setembro de 2020

Repostagem do Partido dos Trabalhadores

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Rio de janeiro

Cristo Redentor no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro (frequentemente referida simplesmente como Rio) é um município brasileiro, capital do estado homônimo, situado no Sudeste do país. Maior destino turístico internacional no Brasil, da América Latina e de todo o Hemisfério Sul, a capital fluminense é a cidade brasileira mais conhecida no exterior, funcionando como um "espelho", ou "retrato" nacional, seja positiva ou negativamente. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sexta maior da América e a trigésima quinta do mundo. Tem o epíteto de Cidade Maravilhosa e aquele que nela nasce é chamado de carioca. Parte da cidade foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade, com o nome "Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar", classificada pela UNESCO em 1 de julho de 2012.
É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, o morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca (entre outros), o Estádio do Maracanã, o Estádio Nilton Santos, o bairro boêmio da Lapa e seus arcos, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, as florestas da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de Paquetá, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba.
Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo), estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), e é sede das duas maiores empresas brasileiras - a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 19% da produção científica nacional, segundo dados de 2005. Destaque para a Universidade Federal do Rio de Janeiro que publicou 5 952 artigos entre 1998 e 2002. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta - pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC).
Foi, sucessivamente, capital do Estado do Brasil (1621-1815), uma colônia do Império Português, desde 1763 até 1815, depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), do Império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida para a recém construída Brasília.

Etimologia:

A Baía de Guanabara, à margem da qual a cidade se organizou, foi descoberta pelo explorador português Gaspar de Lemos em 1 de janeiro de 1502. Embora se afirme que o nome "Rio de Janeiro" tenha sido escolhido em virtude de os portugueses acreditarem tratar-se a baía da foz de um rio, na verdade, à época, não havia qualquer distinção de nomenclatura entre rios, sacos e baías - motivo pelo qual foi o corpo d'água corretamente designado como rio. Os franceses, que se aliaram aos tupinambás, estabeleceram-se na região em 1555 mas foram expulsos pelos portugueses em 1567.

Composição étnica

No censo de 2010, a população do Rio de Janeiro era formada por 3 239 888 brancos (51,26%), 2 318 675 pardos (36,69%), 708 148 pretos (11,2%), 45 913 amarelos e 5 981 indígenas (0,09%), além de 1 842 sem declaração (0,03%). De acordo com estudos genéticos autossômicos recentes, a herança europeia é a dominante tanto entre "brancos" quanto entre "pardos", respondendo, então, pela maior parte da ancestralidade dos habitantes do Rio de Janeiro. A contribuição africana encontra-se presente, em alto grau, sendo maior entre os "negros". Também a ancestralidade ameríndia encontra-se presente, embora em grau menor.
Também existem muitos afro-brasileiros desde o período colonial - a maioria descendente de escravos trazidos de Benim, Angola e Moçambique. Com importantes contribuições de seu sincretismo religioso e musical, elementos remanescentes da cultura africana encontram-se hoje emaranhados à cultura brasileira e da cidade. No início do século XIX, o Rio de Janeiro tinha a maior população urbana de escravos nas Américas, superando inclusive Salvador e Nova Orleães. Os africanos provinham de diferentes regiões do continente africano, mas no Rio predominaram os oriundos de Cabinda, do Congo Norte, Benguela, Moçambique, Luanda e de Angola. Os afrodescendentes nascidos no Brasil se diferenciavam dos africanos e poderiam ser divididos em três grupos. O primeiro era de crioulos, negros filhos de pais africanos nascidos no Brasil. Os pardos, já miscigenados, sobretudo com portugueses. Por fim, os cabras, resultado de outras miscigenações, inclusive com índios. Em 1849, 43,51% da população carioca era denominada preta e 80 mil escravos habitavam a cidade.
Em 1859, o médico e explorador alemão Robert Christian Avé-Lallemant, após visitar o Rio de Janeiro, fez o seguinte relato: "Se não soubesse que ela fica no Brasil poder-se-ia tomá-la sem muita imaginação como uma capital africana, residência de poderoso príncipe negro, no qual passa inteiramente despercebida uma população de forasteiros brancos puros. Tudo parece negro.

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São Paulo

Bandeira do Estado de São Paulo

São Paulo é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Sudeste e tem por limites os estados de Minas Gerais a norte e nordeste, Paraná a sul, Rio de Janeiro a leste e Mato Grosso do Sul a oeste, além do Oceano Atlântico a sudeste. É dividido em 645 municípios e sua área total é de 248 222,362 km², o que equivale a 2,9% da superfície do Brasil, sendo pouco maior que o Reino Unido. Sua capital é o município de São Paulo e seu atual governador é Geraldo Alckmin.
Com mais de 44 milhões de habitantes, ou cerca de 22% da população brasileira, é o estado mais populoso do Brasil, a terceira unidade política mais populosa da América do Sul (superado pela Colômbia e pelo restante da federação brasileira) e a subdivisão nacional mais populosa do continente americano. A população paulista é uma das mais diversificadas do país e descende principalmente de italianos, que começaram a emigrar para o país no fim do século XIX, de portugueses, que colonizaram o Brasil e instalaram os primeiros assentamentos europeus na região, de povos ameríndios nativos, de povos africanos e de migrantes de outras regiões do país. Outras grandes correntes imigratórias, como de árabes, alemães, espanhóis, japoneses e chineses, também tiveram presença significativa na composição étnica da população local.
A área que hoje corresponde ao território paulista já era habitada por povos indígenas desde aproximadamente 12000 a.C. No início do século XVI, o litoral da região começou a ser visitado por navegadores portugueses e espanhóis. No entanto, apenas em 1532 o português Martim Afonso de Sousa iria fundar a primeira povoação de origem europeia — a vila de São Vicente, na atual Baixada Santista. No século XVII, os bandeirantes paulistas intensificaram a exploração do interior da colônia, o que acabou por expandir os domínios territoriais dos portugueses na América do Sul. No século XVIII, após a instituição da Capitania de São Paulo, a região começa a ganhar peso político. Após a independência, durante o Império, São Paulo começa a se tornar um grande produtor agrícola (principalmente de café), o que acaba por criar uma rica oligarquia rural regional, que iria se alternar no comando do governo brasileiro com as elites mineiras durante o início do período republicano. Sob o regime de Vargas, o estado é um dos primeiros a iniciar um processo de industrialização e sua população se torna uma das mais urbanas da federação.
Segundo o IBGE, em pesquisa realizada em setembro de 2015, São Paulo tinha a maior produção industrial do país, com o maior PIB entre todos os estados brasileiros. Em 2011, a economia paulista respondia por cerca de 32,1% do total de riquezas produzidas no país, o que tornou o estado conhecido como a "locomotiva do Brasil". O PIB paulista equivale à soma das economias de Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. Se fosse um país independente, seu PIB nominal poderia ser classificado entre os 20 maiores do mundo (estimativa de 2010). Além da grande economia, São Paulo possui bons índices sociais em comparação ao registrados no restante do país, como o segundo maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o segundo maior PIB per capita, a segunda menor taxa de mortalidade infantil, a menor taxa de homicídios e a quarta menor taxa de analfabetismo entre as unidades federativas brasileiras.

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